Brasília, 31 do 3

Brasília, 31 do 3 Oi? Você, provavelmente, nem está mais aí. Mas eu, sem mais, sem menos, só queria saber: como vão as coisas? Não te escrevo de mês em mês já há anos, não? Chega a ser risível como a vida corre e a gente tropeça nos próprios passos, um pouco aqui,...

Olá, estranha

Olá, estranha Como vai você? Cheia de novidades, suponho. Mais de três anos se passaram. Reparou? Encontrei sua família na rua dia desses. Fiquei feliz em vê-los. É sempre bom ter notícias de velhos amigos. Na verdade, até nos dias em que te avistei de relance por aí,...

rascunhos (1)

rascunhos (1) Desculpe encher sua caixa de e-mails com todas as minhas confusões. Desculpe, aliás, por ainda usar esta ferramenta arcaica pré mídia digital para te importunar. Eu poderia ser singelo e resumir minhas intenções em um SMS ou em qualquer desses métodos de...

imaginação

imaginação Hoje passei por aquele lugar onde prometi voltar só se fosse ao seu lado e pensei em parar. É meu lugar preferido na cidade. E, como todos os outros, me lembra você. É segredo. Mas, desde que você surgiu na minha história – e muito pouco permaneceu – cada...

quase música

quase música Eu queria te escrever. Em uma carta, num poema ou em um bilhete de letras miúdas que eu colocaria meio sem querer no bolso do seu jeans surrado e, quando você descobrisse, alegaria, sem graça, que achei que você devia saber o que significa para mim. Para...

entre o fim e o começo

entre o fim e o começo Não sei, as pessoas vivem perdendo amores da vida por aí. Quando as luzes se acendem num fim de tarde qualquer, em geral, a noite contabiliza mais corações partidos do que corações inteiros na imensidão desta cidade e acho que das outras também....

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